Forró

October 23rd, 2007

Desde a origem do seu nome, o forró já gera controvérsia: alguns creditam o nome à um anglicismo proveniente da pronúncia do termo “for all”, que em inglês significa “para todos”,  que teria sido incorporada à língua pátria no início do século, quando engenheiros britânicos se instalaram em Pernambuco para construir a ferrovia Great Western. Amantes de uma festa, os estrangeiros promoviam bailes nos finais de semana abertos a quem quisesse participar. Era só checar no painel de recados do canteiro de obras: se estivesse escrito for all, tudo bem. Há muitos e respeitáveis defensores dessa tese. Outra versão, mais verossímil, apoiada por historiadores como Câmara Cascudo, é a de que Forró é derivado do termo africano “forrobodó”, que significa “divertimento pagodeiro”, “festa”, “bagunça”. Era uma festa que foi transformada em gênero musical, tal seu fascinio sobre as pessoas.Luiz Gonzaga o Velho Luz Há quem diga também que forró é uma corruptela do termo forrobodó, palavra que quer dizer confusão, desordem, farra, arrasta-pé, etc. É a outra corrente de historiadores do forró. Num ponto, entretanto, todos concordam: o criador do ritmo é o grande músico nordestino Luiz Gonzaga - até porque os bailes promovidos pelos gringos eram animados por sons bem diversos. O mais popular dos gêneros nordestinos só surgiu no final da década de 50, quando o Velho Lua começou a misturar os ritmos de suas músicas. “Ele foi criador da melodia que hoje se conhece como original”, afirmam estudiosos do assunto.

Difusão

Este ritmo chegou em São Paulo e aos estados do sul por volta dos anos 60, através de migrantes nordestinos que procuravam trabalho na capital. Para se divertir, ensinavam suas músicas ao povo paulista. Em seus primeiros tempos, o forró tradicional era constituído pelo sanfoneiro, pandeirista, tocador de zabumba e triângulo. O forró mais moderno já é tocado por bandas com bateria, guitarra, baixo e outros equipamentos eletrônicos, trazendo um novo estilo de dança mais alegre, porém, ao mesmo tempo mais comercial e descaracterizado, quando se leva em conta a história simples deste ritmo. Dois dos melhores sanfoneiros atuais Waldonys e Dominguinhos foram contemporâneos de Luiz Gonzaga e tocaram e viajaram com eleWaldonys, Dominguinhos chegando a ser motorista do rei do baião. A  carreira artística de Waldonys se inicia quando, aos 11 anos, tem suas primeiras aulas particulares, com o apoio do pai Eurides, que também tocava sanfona, mas não era profissional. Assistiu aulas teóricas no Conservatório Alberto Nepomuceno (vinculado à Universidade Estadual do Ceará). Waldonys, aos 13 anos, passou a ter aulas com Tarcísio Lima, um sanfoneiro “bem conceituado”. É neste período que se dá sua apresentação à Luiz Gonzaga, feita por Dominguinhos que, em viagem para Fortaleza, visita-o em sua casa. Após esse primeiro contato, a amizade deles segue até a gravação do último disco de Gonzagão, Aí tem, no qual Waldonys tem uma participação na música Fruta Madura, onde seu nome é citado pelo próprio Luiz Gonzaga. Nascido em Garanhuns (PE), José Domingos de Moraes, 65, o Dominguinhos, aprendeu ainda na infância a tocar sanfona com o pai, um afinador de foles de 8 baixos. Nos anos 50, conheceu Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, com quem foi ao Rio de Janeiro em 1954. Ganhou de presente do mestre sua primeira sanfona, sendo rebatizado de Dominguinhos pelo Rei do Baião e passou a chamar Luiz Gonzaga de padrinho.Dominguinhos Com mais de 40 discos lançados entre LPs e CDs em 50 anos de carreira artística, Dominguinhos é um artista consagrado no cenário da música popular brasileira, tendo atuado ao lado de nomes como Luiz Gonzaga, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Fagner, Gal Costa, Maria Bethânia, dentre outros. O que podemos afirmar é que este ritmo que nasceu no nordeste brasileiro, originado de influências africanas e européias, encanta pessoas de todas as idades e classes sociais, não só no Brasil, mas em todos os lugares do mundo. No início, o Forró sofreu com o preconceito, por se tratar de um gênero de massas. Com o tempo, foi conquistando o público e saindo das periferias das cidades nordestinas e estabelecendo-se como ritmo predominante também nos bairros nobres das capitais. São muitas as variações derivadas do forró original. A príncipio, conta-se que nasceu o baião. A falta de registros impede uma cronologia mais acertada, mas acredita-se que tenha sido em meados do século XIX. Dele surgiram os ritmos distintos entre si: o xote, o xaxado, o coco, o vanerão e as quadrilhas juninas. Hoje em dia, é fácil identificar outras variações, tais como o forró malícia (com suas letras picantes ou com duplo sentido), o lambaforró e o oxentemusic. Estas últimas surgiram com influência da Lambada, e incorporaram ao forró um pouco do ritmo e passos da dança. Também elementos como guitarra elétrica, bateria e teclados (no lugar da sanfona) fazem parte destas vertentes mais modernas. É uma festa originalmente da periferia que tomou conta de todo o Brasil e certamente possui um estilo adequado ao gosto de cada público e região do país. Nomes consagrados como Luiz Gonzaga, Genival Lacerda, Dominguinhos, Chiquinho do Acordeom, Jackson do Pandeiro, e Sivuca convivem em harmonia com os atuais Calcinha Preta, Mastruz com Leite, Frank Aguiar e Falamansa. Cada público encontra o forró que preferir, do baião e pé-de-serra ao oxentemusic.

Disco Music

October 23rd, 2007

Temos que ter o maior respeito por esse estilo musical djs, é daqui que tudo fluiu na música eletrônica atual! É um pouco controversa a origem certa da disco music, como outros estilos, há dúvidas do momento exato onde tudo começou. Relatos dão conta que começou em Munique, Alemanha, com o produtor Giorgio Moroder e uma batida constante de bumbo e chimbal, com violinos ao fundo. Mas a vertente mais forte é que a Disco Music começou nos EUA num processo de fusão de soul dos anos 60 com jazz. Alguns relatam que a Disco começou em boates gays de NY, mas isso não tem consistência pelo fato anterior, embora essas boates serviram de pavio para o turbilhão Disco dos anos 70. Também se falava que os filmes “Saturday Night Fever” e “Thank God It’s Friday” foram importantes pontos de virada para a chegada do movimento Disco. A Disco music começava a se expandir; a primeira gravadora responsável pelo movimento foi a Salsoul Records, na Filadélfia, que misturava a música latina, salsa, soul e arranjos orquestrais. Foi a Salsoul que produziu talvez o primeiro hit considerado Disco no mundo,  chamava-se  “The Hustle” - que chegou até as boates e fez o maior sucesso. Outras gravadoras foram de grande importância para que a música Disco ganhasse o mundo, como Gold Mind e principalmente West End Records que pertencia a Mel Cheren, denominado o padrinho da Disco por suas idéias inovadoras que possibilitaram a criação de sons de qualidade gravados e promovidos em diversos clubes noturnos da época. A partir de então, surgiram diversos hits que não saiam das rádios e embalavam a todos nas diversas boates do mundo, movimentando um grande número de jovens que queriam sair para dançar e agitar a noite inteira. A disco ganhava espaço no cinema, assim como também na televisão. Surgiam diversos talentos Kc & The Sunshine, Village People, Sister Sledge, Chic, SylvesterSylvester - You Make me Feel, Earth Wind and Fire, Gloria Gaynor, Donna Summer e diversos outros que emplacaram grandes sucessos que são tocados até hoje. Famosas discotecas como a Studio 54 e Paradise Garage, em Nova York, despontavam empolgando multidões em uma pista iluminada por globos e luzes coloridas que ao som da Disco Music não paravam de dançar A Disco chegou a gerar US$8 bilhões por ano para indústria musical. Em 1978 as estações de rádio Disco alcançaram os maiores índices de audiência do mercado americano. No entanto, no final de 1979, a música Disco sofreu uma grande queda. O movimento que havia crescido de forma tão rápida e tão grandiosa perdia seu espaço nas boates que começavam a fechar, na mídia e no mercado. Apesar disso, a música disco foi capaz de modificar-se ao longo desses anos, incorporar novas tecnologias e continuar sendo tocada seja através dos novos estilos musicais que surgiam sob sua influência como o Techno, House, Rap, Acid ou a partir de regravações de músicas da época em um novo estilo que continuam fazendo muito sucesso. Mas o pontapé que faltava para a Disco tomar o planeta foi dado somente em 1977, e contou com um dançarino e um grupo australiano como principais responsáveis pelo estrondoso sucesso mais uma forcinha da indústria do cinema, que não poderia perder a chance de faturar. Boogie NightsBoogie NightsSão eles John Travolta e o grupo Bee Gees. O filme? Saturday Night Fever, ou em português Os Embalos de Sábado à Noite. Este mesmo ano também é responsável pelos maiores sucessos da disco, além das faixas de Saturday Night Fever -  Stayin´Alive, How deep is your love e Night Fever - tivemos Roberta Kelly com Zodiacs, Earth, Wind and Fire com Fantasy e, uma das mais clássicas até hoje, Disco Inferno com o The Trammps. Além da estréia da modelo Grace Jones no mundo da música, com o hit La Vie en Rose. Finalmente o mundo é tomado pela disco music e o que era, um tanto, restrito aos clubes mais descolados passa a ser de domínio público e o ano de 1978 se torna o mais massificante da cena. Alguns grupos, que ficavam restritos a estes clubes, passaram a ter uma aceitação maior e a mescla da música com a cultura gay rendeu alguns hits como You Make me Feel na voz de Sylvester e Macho (a real real one) com o semi desconhecido Celi Bee, mas o troféu ficou mesmo com o pessoal do Village People que neste ano lançou dois dos mais importantes hits da disco music (e também da gay music) Macho Man e Y.M.C.A. O Grammy também se rendeu ao estilo e o grupo A Taste of Honey ganhou o prêmio de melhor artista novo com a música Boogie Oogie Oogie. São deste ano, também, os sucessos do Santa Esmeralda com a regravação de Don´t Let Me Be Misundestood e Gloria Gaynor com I Will Survive, outro hit gay. O sucesso era tanto que até um grupo contra a disco music foi criado, o Disco Sucks, que morreu pouco tempo depois de sua criação. A nota curiosa disso tudo é que até os roqueiros se aventuraram pela seara disco. O Blondie, grupo com a ex-coelhinha Debby Harry apareceu com Heart of Glass e o grupo de metal Kiss com I Was Made For Loving You. Pois é, todos queriam faturar. Aos poucos, depois deste estouro nos anos de 77 e 78, a disco vai perdendo força. 79 ainda tem um grande destaque, mas as gravadoras querendo apenas faturar em cima da quantidade passaram a jogar no mercado artistas riziveis, os famosos one hit wonders. Artistas  totalmente fabricados e que não conseguiam se sustentar além do primeiro compacto, entre as dezenas de novos artistas os que se destacaram foram Anita Ward com Ring My Bell, Alicia Bridges com I Love the Nightlive, Charo com Dance a Little Bit Closer e Laura Taylor com Dancin In My Feet. Claro que os já medalhões continuaram trabalhando. Donna Summer veio com Hot Stuff Donna Summere Earth, WInd and Fire com Boogie Wonderland, mas era pouco, principalmente se olharmos para os dois anos anteriores. Em 79 o estilo começava a render seus filhotes e surge um dos primeiros grupos de rap, Sugarhill Gang, mas que foi lançado como um artista da disco music. Novamente é o cinema que dá novo fôlego a um estilo entrando na decadência. Em 1980 são lançados os filmes Fame e Xanadu, respectivamente com Irene Cara e Olivia Newton John, só que no lugar de levarem a disco music de verdade para as telas, o que vemos são tentativas um tanto frustradas de ligar outros ritmos ao que foi sucesso. Os dois filmes tentavam buscar inspiração na disco music, sem realmente conseguir, mas serviram como alento para os fãs das discoteques. Mas o que realmente salvou a disco neste ano foram dois trabalhos de grupos já veteranos, os clássicos Kool and The Gang com Celebration e o Earth, Wind and Fire com Let´s Grove. Mas o fim já estava anunciado com a entrada dos anos 80. Quem ainda segurava a onda nos disco-clubes era o público gay, que foi atingido diretamente pelo começo da AIDS, já que os jovens já não se interessavam em músicas como Phisical, que ainda conseguiu certo destaque, de Olivia Newton John. As vendas dos discos de artistas da Disco Music foram minguando e novos estilos foram tomando seu lugar, mas ao contrário da Disco Music, foram desagregadores. A Disco deu lugar ao Rap, que criou o Break e que, pelo menos aqui no Brasil, ainda era vendido como Disco (Enrolado? É eu sei, mas no Brasil as coisas são assim). O Rock também voltava à cena com o estouro do punk e da new wave. Assim novos grupinhos foram criados e quem gostava de um estilo, normalmente, odiava o outro. A união acabou com o fim da Disco Music. E no Brasil? Pois bem, por aqui a disco durou bem mais do que lá fora, culpa de DJ´s como Iraí Campos e Cia, que insistiam em continuar tocando os clássicos de 77, 78, 79, lá pelos idos de 84, 85, e pior, misturando tudo com a new wave, que chegava por aqui na mesma época. Uma verdadeira salada que só poderia rolar em terras abaixo do Equador. Casas clássicas com TOCO em São Paulo, Hipopotamus e Papagaios no Rio, davam a tônica e sustentavam o estilo. Até uma filial do lendário clube nova-iorquino, Studio 54, foi aberta em São Paulo, pelo empresário Roberto Amaral, não durou muito. Na TV a Rede Globo abraçou o estilo com Dancing Days, que destacou artistas como Frenéticas,Frenáticas Ronaldo Resedá, Lady Zu entre outros. Fora que todos os outros apresentadores de TV, em outros canais, também aproveitaram a onda pra faturar, até mesmo Flávio Cavalcante, mais famoso por quebrar discos, que ele não gostava, no ar. Mas a exemplo do que rolava lá fora, os jovens foram perdendo interesse pela Disco e novos sons tomaram conta das pistas de dança. Destas casas antigas a única que continua ativa é a TOCO, que fica no bairro da Vila Matilde em São Paulo, mas totalmente descaracterizada, hoje rola por lá samba, pagode e forró. Mas isso não quer dizer que a Disco Music foi esquecida, existem programas de rádio que ainda tocam os grandes sucessos da época, principalmente as baladas terrivelmente açucaradas, mas que embalavam corações mais afoitos. Existem também grupos que se dedicam a viver esta época, um dos destaques fica para os brasilienses do BSB Disco Club, que lembra vários hits em seus shows pelo Brasil. Steve Dahl, um popular DJ de rádio de Chicago, foi o autor da idéia da manifestação anti-disco. Em seu programa diário, conclamou seus ouvintes a participar do “disco demolition day” (o nome do evento também foi idéia de Dahl), que aconteceria no intervalo de um jogo de baseball no estádio de Comiskey Park, em Chicago. Na presença de oitenta mil pessoas (público predominantemente masculino, branco e adulto, suponho), uma “montanha” de LPs de disco music foi colocada no meio do campo e dinamitada por Steve Dahl. A euforia tomou conta da patuléia, que terminou invadindo o campo, entrando em confronto com a polícia e impedindo a realização do segundo tempo do jogo de baseball. O ódio do americano médio à disco music parecia superar a paixão pelo esporte. Disco Demolition DayDepois deste dia, rádios dos EUA e do mundo que dedicavam sua programação integralmente à disco music aderiram ao formato “rock” e abraçaram a emergente new wave. Os artistas disco sumiram da mídia e do cast das principais gravadoras no tempo de uma batida de hi-hat. Os fãs de música “séria” respiraram aliviados: aquela música “descerebrada”, abusada, debochada, extravagante, escancaradamente negra, propositalmente ridícula e francamente gay estava com os dias contados. Engano, a Disco na verdade nunca terminou, visto por muitos como um modismo indesejável e descartável, o som disco voltou para o underground nos anos 80 e emergiu novamente com toda força nos 90, com o advento da house music e de outras vertentes da dance. A gigantesca onda disco destruiu coisas belas (jogou no ostracismo o funk de James Brown, o soul da Philadelphia e o soul neoclássico, romântico, de Stylistics e de outros grupos vocais do início dos 70), mas ergueu coisas belas também (muitas canções do cânone disco pertencem ao imaginário coletivo e estão no seleto grupo de clássicos pop “infinitos enquanto durem.

Habonim Dror

October 22nd, 2007

A Grooves Áudio Visual se sente lisongeada por ter sido contratada para sonorizar o evento de aniversário do Habonim Dror Curitiba, evento de extrema beleza e inspiração. Linda tarde de sol quando começamos a montagem do equipamento no restaurante Piemonte em Santa Felicidade. Bom para quem não sabe o que significa, como eu, habonim dror  quer dizer “construtores da liberdade”, pedi para um dos líderes traduzir pra mim pois não entendo realmente nada em hebraico. Esse evento é realizado nacionalmente e o líder nacional estava presente. Essa instituição se assemelha aos escoteiros mirins só que direcionada à cultura e religião judaica. Ensinam e treinam crianças, adolescentes e jovens nos princípios básicos do judaísmo. Falaram muito de valores como: trabalho, respeito e paz, o que chamou muito nossa atenção. Houve lindas apresentações com as crianças com danças judaicas que empolgaram a todos. No final houve um pequeno ”tuch” com DJ Jabah Brown e DJ Fábio V. De quebra ganhamos de presente um “mouse pad” com a logo do Habonim Dror

habonim dror

Consoles DJ

October 10th, 2007

Bom DJs de platão fiquem vcs bravos ou não mas o mundo tá mudando, bem disso todo mundo sabe, hehehe. Mas o novo às vezes incomoda! Pois é bem isso que percebo com relaçao a essas consoles DJ. 

Console MK2 Hercules

Os DJS olham desconfiados (e minhas cases cheias de mídeas?); outra situação verificada é que muitos gastaram horrores em seus CDJs enquanto que as consoles custam bem menos.  Aqui na Grooves nós fizemos opção de migrar para as consoles, das que pesquisamos optamos pela MK2 da Hercules e a BCD3000 da Behringer.

Console BCD3000 Behringer

 Para nós o fator praticidade foi determinante, somos uma empresa de locação e serviços de DJ e áudio visual, em muitos casos fica complicado carregar todo aquele case de equipamentos e com essas consoles se resume apenas a elas próprias e um laptop, dispensando até o mixer e mesa de som, pois ambas tem essas funções, inclusive com entrada para microfone com knob dedicado e com pré embutido!. Para alguns o fator design vai pesar contra as consoles, pois elas ficam bem magrinhas no local preparado para o DJ. Bom para os que gostam de facilidade essa console é um prato cheio. tudo ali na mão, vc sua console, um laptop e muito groove. No final do negócio sai tudo igual, sincronismo dos beats e tals….

Casamento Rosana e Felipe

October 10th, 2007

15/09/2007 chegou o grande dia para Rosana e Felipe, do enlace matrimonial. Dia bonito de sol, com festa preparada pela Grooves, com DJ Jabah Brown e sua esposa Léia. Nosso trabalho começou lá pelas 17 horas, montando o kit small sub, kit muito usado em eventos como esse. Em certo momento chegou um cidadão meio desesperado perguntando se lá seria o tal casamento pois ele teria que trazer um ônibus cheio de uma galera do Rio Grande do Sul, de fato se cumpriu pois a festa começou e lá no estacionamento tinha um “busão”. Os noivos chegaram daquela maneira pomposa, muito lindos,

Rosana e Felipe

receberam os cumprimentos de todos no salão. Após algumas fotos começou a valsa que foi muito animada com a participação de todos e logo em seguida começou o “tuch” ao som de “Macho Man”.  Teve de tudo um pouco nos sets “nervosos” do DJ Jabah Brown, passando pelo disco, house, funk carioca, vanerão, forró, e quem diria a Macarena, pagode; a galare curtiu e dançou muito. Na hora que a festa dá uma “quebradinha” é de praxe o DJ Jabah Brown ir saindo assim meio que de camera lenta e sua esposa dá play em “Sex Machine” é nesse momento que o DJ Jabah Brown se junta a galera incorporando o legendrário James Brown, porque será que seu nome é Jabah “Brown” hein?. A Grooves agradece aos noivos por confiarem em nosso trabalho e desejamos aos noivos muitas felicidades.